Um buraco aberto na Av. Prudente de Morais, em Natal, devido à perda de material em função do encontro do túnel de drenagem fluvial que está sendo escavado com uma galeria já existente, foi o suficiente para as oposições explorarem nas redes sociais.
Uma, oposição política ao ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo (PDT), que é pré-candidato ao Governo do Estado e executou a obra de mobilidade em torno da Arena das Dunas, que não tem absolutamente nada a ver com a obra de drenagem que vem sendo executada para acabar com problemas de alagamento na bacia das ruas São José e Mor Gouveia. Essa mesma oposição não existe quando o famoso buraco da CAERN na Av. Roberto Freire abre quase mensalmente.
E a outra, oposição dos contrários (alguns somente hoje) à realização da Copa do Mundo em Natal, pela necessidade de derrubar o Machadão e se construir a Arena das Dunas. Na iminência de Natal perder a Copa de 2014, a maioria dos potiguares – e grande maioria – pressionava os gestores da época para envidar esforços em torno da possível conquista.
No dia do anúncio de Natal como sede da Copa, uma grande festa ocorreu à beira mar da Praia de Ponta Negra, reunindo milhares de pessoas que aplaudiam o fato. Os contrários, eram poucos.
É preciso reafirmar à população que a obra da mobilidade é uma estrutura de concreto com estacas com 17 metros de profundidade e não apresentou qualquer problema na sua estrutura.
Imagine como seria o trânsito de Natal hoje sem as obras da mobilidade em torno do finado estádio Machadão ou da – real – Arena das Dunas?
Então, ser contra Natal ter sediado a Copa em 2014 e a construção da Arena das Dunas é um direito de qualquer cidadão.
Mas ser contra as obras de mobilidade tão fundamentais é coisa de oposição política sem discurso.